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Todos os caminhos vão dar à Beira Baixa. Depois de um Verão em que foi a segunda sub-região do Centro de Portugal com a maior taxa de ocupação, a Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) avança para um Outono centrado nas tradições e valores. Os museus e monumentos preparam-se a rigor para estes tempos atípicos que vivemos e convidam todos a uma “Escapadinha de 3 dias. 3 experiências”. #TuPodes e Deves Visitar a Beira Baixa.

O património cultural da Beira Baixa é um dos mais valiosos do país. Se, por um lado, o coração da Península Ibérica bate em conjunto com tradições, castelos e monumentos que preservam a região, por outro, a diversidade identitária afirma um local único, de Castelo Branco a Vila Velha de Rodão, de Idanha-a-Nova a Oleiros, de Penamacor e Proença-a-Nova.

No centro fica, mesmo, a virtude e a localização da Beira Baixa no território português faz com que se torne num local de fácil acesso quer para visitantes portugueses, quer para visitantes espanhóis, tirando partido das principais vias de acesso e da ferrovia.

Traçando um roteiro de três dias na região para olhar e viver o património cultural, pode começar-se no Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco, situado na Praça de Camões, onde é possível acompanhar o processo desde a sementeira até tecelagem.

Para uma viagem no tempo tem que se fazer uma paragem obrigatória no Museu Francisco Tavares Provença Júnior. O espólio recolhido pelo próprio fundador passa por conjuntos de Epigrafia Romana, megálitos da Idade do Bronze, ourivesaria da Idade do Ferro e materiais do paleolítico e neolítico, entre outros tesouros.

Para recuperar o fôlego, respira-se ar puro, e termina-se o primeiro dia a ver um espelho do Barroco na vista ao Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco. Ali estão várias figuras em granito e uma escadaria monumental.

O segundo dia começa no Castelo Templário e Miradouro de S. Gens, ainda em Castelo Branco. Num dia claro vêm-se ao longe as Serras da Estrela e da Gardunha. Para voltar ao património palpável, o Museu Cargaleiro cruza a cultura clássica com a contemporânea. Num edifício do séc. XVIII encontram-se as 1300 peças de coleções de cerâmica da “Ratinha” e de “Triana”. Num outro edifício, construído em 2011, as vivências do autor, pinturas pautadas pela cor, luz e geometrismo.

Numa região raiana era impossível não reviver essa experiência. Faz parte da vida de todos. Sonhos, memórias, mas também fantasmas circulam por ali. O Nucelo Museológico do Contrabando em Perais expõe a nu as “trocas comerciais” que eram feitas com Espanha. E, se se sentir com forças para tal, pode experimentar o “Caminho da Telhada” junto ao Rio Tejo.

Ao terceiro dia, a sensibilização ambiental ganha destaque. O Centro de Ciência Viva da Floresta, em Proença-a-Nova, aborda várias temáticas, da desflorestação aos incêndios, sem esquecer o desfrutar da floresta propriamente dita com espécies autóctones, entre outras coisas.

Na pequena aldeia de Sobreira Formosa uma antiga professora primária reuniu um espólio valiosíssimo de tradição. O Museus Etnográfico Isilda Martins junta peças de roupa usadas noutros tempos, do traje domingueiro aos pijamas, passando pelos materiais escolares e materiais para a produção de queijo, pão e sapatos.

Para terminar os “3 Dias. 3 Experiências” na Beira Baixa, a Rota dos Museus e Monumentos passa pela antiga aldeia de Figueira. Um trajeto por ruas pitorescas leva o visitante ao forno comunitário no centro da aldeia, ponto de encontro, ainda hoje, para “cozer” cabrito, plangaio, a típica tigelada e o pão.

A Rota dos Museus e Monumentos da Beira Baixa é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) realizada no âmbito do projeto “Beira Baixa: 3 Dias, 3 Experiências” e conta com o apoio do Turismo Centro de Portugal, Centro2020, Portugal2020 e União europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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