The Black Lips
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O Maus Hábitos, no Porto, encheu-se não apenas de público, mas sobretudo da alma e dos ritmos frenéticos dos The Black Lips e o seu rock boémio.

Foi uma noite e peras, potenciada pelas condições da sala em que o público está praticamente em cima do palco. Aliás, não distavam dois metros entre os músicos e a primeira fila de público, que à frente da banda dançou, saltou e celebrou com o quinteto de Atlanta.

Cole Alexander (voz e guitarra), Jared Swilley (voz e baixo), Zumi Rosow (saxofone e voz), Oakley Munson (bateria) e Jeff Clarke (guitarra e voz) levaram até à sala portuense o seu mais recente álbum de originais, editado em 2020 e intitulado «Sing in a World That’s Falling Apart», aliás, a razão para o regresso à cidade Invicta.

créditos: Global News Portugal

Sempre com muita energia e enorme empenho em palco, The Black Lips conseguem contagiar quem os enfrenta na plateia, provocando nesta um autêntico festim.



Do novo álbum ficaram apenas três temas de fora, mas o concerto teve muito mais do que as mais recentes criações. Muito mais mesmo…

«Sea of blasphemy», do álbum «Let It Bloom», de 2005, abriu as hostilidades, seguindo-se uma viagem pela discografia da banda, sempre com o último registo a pontuar a actuação.

créditos: Global News Portugal

Ouviram-se coisas como «Family tree», «Modern art», «Crystal night», «Slime & Oxygen» ou «O Katrina!», de muitas outras mais antigas, mas, igualmente, quase todo o novo álbum.

A hiperactividade da banda em palco transmite-se ao público, que não negou retribuição aos músicos, entregando-se também à música e à alegria que se respirava na sala lotada.

A banda prossegue a sua digressão europeia por terras espanholas, mas já deixaram saudades!

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