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Sabia que as tecnologias têm tido um papel determinante na projeção de novos ambientes para as casas? Há ferramentas, softwares e sistemas em constante desenvolvimento e que cada vez mais possibilitam aos profissionais pré-visualizar os ambientes das casas de forma eficaz. Isto para além da aplicação da tecnologia propriamente dita nas casas, no mercado imobiliário e no caso concreto das cozinhas por medida e modelos de cozinhas. Já lá iremos.

Da arquitetura a fabricantes de cozinhas

As grandes inovações na arquitetura de projeção de ambientes chegaram com os softwares de modelagem 3D e a introdução do Building Information Modeling (BIM). Tudo isto veio a facilitar a realização de projetos pelos seus criadores, mas também a visualização das plantas e ambientes pelos clientes. Para além, claro, de ser um trunfo comercial para as imobiliárias. Atualmente, há imensos instrumentos para projetar ambientes em sua casa. Vejamos quais:

Renderização em tempo real

Torna exequível a exibição do conteúdo de cada projeto e a respetiva visualização. E possibilita, claro, a realidade virtual nos projetos arquitetónicos.

Realidade virtual

Através desta tecnologia, o cliente pode andar dentro do ambiente projetado com uns óculos 3D.

Softwares 3D

Viabilizam a criação e a visualização de ambientes através dos mais diversos ângulos.

Digitalização arquitetónica

Em vez do famoso “andar modelo”, num processo de comercialização de um imóvel o cliente pode ver diferentes modelos de imóveis decorados.

E os fabricantes de cozinhas?

As cozinhas não fogem à regra, até porque os fabricantes de cozinhas têm estado atentos às tendências do mercado de forma a melhor puderem apresentar os seus produtos: cozinhas por medida e modelos de cozinhas. A Leiken, um dos mais conceituados fabricantes de cozinhas no mercado, permite até que possamos visualizar cozinhas por medida e os seus modelos de cozinhas integrados com o resto da casa.

É este o estado da arte. Onde antigamente usávamos fita métrica, papel e caneta. hoje usamos scanners de infravermelhos, câmaras sensíveis a profundidade e softwares de ponta. Basta lembrarmos que a mesa digitalizadora foi substituída pelo ecrã sensível ao toque para aferirmos o nível de inovação com que nos temos deparado – e os fabricantes de cozinhas não são exceção. Aplicações e programas como o Home Space Planning Design Tool, o Promob Arch e o Neybers vieram ajudar a elevar o nível no planeamento e decoração de casas. A arquitetura digital ofereceu a possibilidade de redução de custos, mais sofisticação, melhor aproveitamento de espaço e visualização integrada do ambiente planeado.

Como podem as tecnologias ajudar?

Na arquitetura digital, podem ser operacionalizados, de forma simples, detalhes no plano da estética e da funcionalidade à medida de cada cliente.Através desta podemos vero local onde serão colocados os móveis, os revestimentos e materiais a serem usados e as cores da casa. Também as cozinhas por medida e modelos de cozinhas podem ser visualizadas de forma o mais próxima possível dos anseios dos clientes. Estes podem, aliás, fazer a decoração da casa em tempo real através das novas tecnologias, através das quais podem, por exemplo, escolher mobiliário para a casa.

Pistas sobre a decoração do futuro

Para além de em questões como a sustentabilidade e segurança, é de destacar a tecnologia na decoração. O design das casas já estava a mudar, tendência que se acentuou com a pandemia da Covid-19, que mudou os hábitos, fazendo com que as pessoas privilegiem novos espaços que correspondam a esses novos hábitos – como por exemplo, o escritório para o home office. Os apartamentos tenderão a ficar com um look mais futurista, com mais curvas. Porque com mais tecnologia, há mais espaço para a inovação. Teremos altifalantes espalhados por vários ambientes, bem como assistentes virtuais com reconhecimento de voz. Nos quartos, já há colchões com monitores de sono e despertadores inteligentes – será que vamos ver roupeiros inteligentes também? Até as roupas podem mudar. Os objetos poderão ser tão funcionais quanto estéticos. Pensemos, por exemplo, nos espelhos com reconhecimento facial que vão ajudar na maquilhagem e interagir com o utilizador, com luzes e ajustes de intensidade. Também nos quartos, o papel de parede pode ser substituído por painéis luminosos ou ecrãs. As casas do futuro serão controladas por aparelhos como o smartphone. Já vemos o futuro hoje, com algumas tarefas simples como sejam ligar a música e apagar ou acender luzes.

Será que conseguimos imaginar como serão as propostas de decoração das cozinhas por medida e dos modelos de cozinhas do futuro por parte dos fabricantes de cozinhas? Já estivemos mais longe.

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