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The Black Angels e dois festivais abrem o novo ano de concertos no Porto

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O ano de 2023, no Porto, não arranca nada mal no que toca a rock’n’roll. Janeiro traz The Black Angels e os dois primeiros festivais do ano, um deles em primeira edição, mas muito mais do que aqui ficam alguns destaques.

E se o primeiro, longo e ressacado mês do ano termina com o regresso dos norte-americanos The Black Angels, arranca com uma estreia absoluta, o Intenerance Fest.

A banda de Austin leva, no dia 28, até ao Hard Club o seu novo trabalho discográfico «Wilderness of Mirrors», no que será o segundo concerto da digressão europeia para apresentação do novo álbum. O regresso do rock psicadélico dos The Black Angels à Europa dá-se, na véspera, em Lisboa.

Mas é logo neste arranque de mês que surge a primeira novidade na cidade Invicta, o Itenerance Fest, que sexta-feira e sábado (dias 6 e 7), entre o Ferro Bar e o Barracuda – Clube de Roque, apresenta um conjunto de bandas e deejays, que farão a festa entre o fim da tarde e a madrugada.

O cardápio do novo festival é variado, oscilando entre o doom, o stoner, mas também o pós-punk e outros derivados. Para além dos concertos, dj sets noite dentro, uma recolha de cobertores para doar a uma instituição de apoio a pessoas em situação de sem-abrigo (a CASA) e ainda exposição de trabalhos gráficos e talks preenchem o debute do Itenerance Fest, que pretende agitar a Rua da Madeira neste arranque de novo ano.

Orangotango, Spitgod, Desert Mammooth, ItwastheElf, Desert’Smoke e os galegos Kaleikia, no Barracuda, e Malaboos, Puto, Leo the Painter e Glass Eyed Momma, no Ferro Bar, são as bandas em cartaz.

Também na sexta-feira (dia 6), no Maus Hábitos apresentam-se os Orfélia, um registo mais terra a terra. Nesta estreia de Orfélia, o duo Filipe Mattos e Anaïs Yhinon apresenta «Tudo o que Move», disco de estreia que mostra uma mescla de folk brasileiro com o português em busca de raízes inspiradoras.

No Hard Club, sábado (dia 7), os Oz sobem ao palco, inseridos no evento «Twenty», concerto de celebração dos 20 anos da Ethereal Sound Works. O evento conta ainda com as participações dos Left Sun e dos Usoutros.

No domingo, a partir das 18h00, o Novo Ático abre as hostilidades em 2023 com Slimmy, primeiro concerto, no novo ano, com banda, um alinhamento «best of» e alguns convidados, como Nuno Norte, Alex Fx ou João Grande (Táxi).

No dia 19 é de tomar atenção à passagem do espanhol Fernando Arteaga e ainda dos Heavy Ocean pelo Barracuda, tal como à presença do bbb Hairdryer, banda das Caldas da Rainha, que vem apresentar o seu disco de estreia (preparem-se): «Kingdom Hearts II Final Mix: pretty generic radio pop with a few fucks and edgelord lyrics».

Saindo um pouco do burgo tripeiro, o dia 20 tem duas excelentes propostas em Braga.

Os Mão Morta juntam-se a Pedro Sousa e apresentam o espectáculo «Tricot», no GNRation, enquanto os Sereias levam até ao Theatro Circo o seu segundo álbum, o epónimo «Sereias».

Já no Porto, nesse mesmo dia, Unrest Man, alter-ego de Marco Ferreira, sobe ao palco do Maus Hábitos e leva na bagagem electrónica industrial e obscura, daquela para mergulhar em universos paralelos. Ou como diz o próprio: “Uma experiência sonora que tem como ponto de partida a exploração da caixa de terror e a eletrónica”.

De regresso às lides depois de um período de férias, o Plano B leva até ao seu palco Xinobi, no dia 21, e os Ganso, no dia 26. Neste mesmo dia, no Hard Club, o brasileiro Marcelo D2 é o convidado especial.

Por falar em Hard Club, no dia 24, os italianos Fleshgod Apocalypse levam até à Ribeira a «Motocultor Festival Across Europe tour 2023», com muito death metal orquestral, e que conta com abertura dos finlandeses Omnium Gatherum.

No mesmo dia em que os The Black Angels sobem ao palco do Hard Club, dia 28, no Maus Hábitos acontece «O Salgado faz anos… Fest», a celebrar uma década de festas.

Uma vez mais, o que até agora era o primeiro festival do ano, tem um cartaz recheado de boas propostas.

As portas abrem as 21h30 e, para além de dj sets, instalações e exposições espalhadas pelos três palcos e pelo espaço, em termos de concertos o cartaz apresenta: Palco O Salgado – Tó Trips, Surma, Lefty e Alex Silva; Palco Super Bock – Clementine, Hause Plants, Travo, The Black Wizards e os Baleia Baleia Baleia; Palco Stockhousen – Inês Malheiro, Querido Líder, O Gajo (Que Não Apanhou Covid o Ano Passado), Sarnadas, Ricardo Martins e Kurtis Klaus Ensemble. Mupi Gallery – Azia. Neste mesmo dia, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o protagonista é The Legendary Tigerman. Concerto seguramente carregado de rock’n’roll e que, como invariavelmente, não deixará ninguém indiferente!

Fica uma última proposta, mesmo no último dia do mês, para passarem pelo Auditório CCOP, onde Gobi Bear se apresenta ao vivo.

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