- publicidade -

Passou um pouco mais de um ano após o Covid-19 ter entrado nas nossas vidas e, com ele, um conjunto novo de regras, hábitos, máscaras fora do período carnavalesco e medo, muito medo. Com ele saíram para a “ribalta” (algo que nenhum deles desejaria) um conjunto de profissionais de saúde que nos ajudaram a combater esses receios e tentar resistir da melhor maneira possível.

Como de saúde pública, de cuidados intensivos, de vacinas e por aí fora, já os ouvimos falar muito, pensei fazer algo parecido com o que fiz logo a seguir à crise económica da década passada onde recolhi depoimentos de algumas personalidades sobre os seus gostos e hábitos musicais. Como tivemos três fases de pandemia, apostando e desejando que não iremos ter uma quarta, elaborei igualmente três questões que apresentei a alguns dos especialistas que quase diariamente nos entram pela casa dentro.

Vamos então deixá-los “dar música ao covid”!

  1. Que tipo de música (ou tipos) mais aprecia? Quais os seus artistas musicais preferidos? Qual tem sido a banda sonora durante este período covid?

Todos os tipos de música (excepto Jazz pois dá-me cabo dos nervos). Escolho as listas de músicas consoante a disposição. Tenho no telemóvel desde Fado a Kizomba ou Metálica.

  1. Dependendo da atividade de cada um de nós, quase todos temos musicas preferidas, às quais recorremos quando nos queremos inspirar ou ajudar a ultrapassar momentos mais delicados. Qual é a sua música para estas situações?

“Thunderstruck”, ou “Highway to Hell” dos AC/DC, preferencialmente as versões “live at River Plate, december 2009”. Para ouvir MUITO alto! Sinto que consigo levar tudo à frente.

  1. Agora, literalmente, vai dar música ao covid. Ainda estamos a meio desta batalha, no entanto, já se vislumbra uma luz ao fundo do túnel. Escolha um tema que recomendaria a quem lê estas linhas para ouvir quando o pior passar e explique a razão da escolha.

“Canon in d major”, composta por Johann Pachelbel, preferencialmente tocado por orquestra. Uma das minhas versões favoritas é a tocada pela Boston Pops Orchestra. Para ouvir com volume bem alto. Explicação da escolha? Porque, penso que de sensação de liberdade, já chorei várias vezes a ouvir esta música.

Entrevista feita por King Leer
- publicidade -