A Noite do Cometa não é um concerto nem uma festa. É um encontro raro onde música, espaço e presença se cruzam numa experiência contínua.
Pensado como um ritual em construção, o Cometa propõe uma alternativa ao formato tradicional de noite ao vivo: não há separação clara entre momentos, nem uma lógica de consumo rápido. O que existe é uma travessia, uma entrada, um percurso, uma permanência.
A primeira edição acontece dia 16 de maio, no OPO’LAB, um espaço industrial que será transformado para acolher esta experiência e que fica no nº 643 da rua de D. João IV, no Porto. A noite começa antes da sala principal: há um portal de entrada, um corredor com tensão, uma progressão até ao centro. Não se trata apenas de assistir – trata-se de estar dentro.
O alinhamento junta Gabci, Baleia Baleia Baleia e Bulha e DJ sets de A Boy Named Sue e Rodas, numa curadoria que privilegia contexto e coerência, em vez de nomes isolados.
Mais do que um cartaz, o Cometa constrói um ambiente. Um espaço onde o público não vem apenas consumir música, mas partilhar um momento que só existe naquela configuração – naquela noite.
