A cerveja The Black Ginjinha Murders, da cervejeira lisboeta Dois Corvos, foi distinguida no passado fim de semana, com o título de Melhor Cerveja Artesanal Portuguesa de 2025, pelo XIII Concurso Nacional de Cervejas Caseiras e Artesanais, num evento que decorreu em Marvila e que juntou cervejeiros, jurados e público entusiasta.
Com mais de 100 cervejas em competição, a 13.ª edição do concurso reuniu um painel de 18 juízes internacionais, provenientes de países como Portugal, Estados Unidos da América, Brasil ou Itália, que avaliaram as cervejas em prova cega segundo critérios técnicos de aroma, sabor, equilíbrio e fidelidade ao estilo.
A vertente dedicada aos cervejeiros caseiros voltou a revelar a diversidade e criatividade do movimento homebrew nacional, frequentemente responsável por lançar as bases de futuros projetos profissionais. Os vencedores das categorias de cerveja caseira foram:
. Categoria Ale — Duarte Cravo, com uma Hazy IPA
. Categoria Experimental — Aleksey Potaneyko
. Categoria Destaque “Cervejas Históricas” — Diogo Sousa, com uma Sahti
. Categoria Lager — Fabrício Búrigo, com uma Baltic Porter
. Categoria Experimental — The Black Ginjinha Murders, Dois Corvos (Lisboa)
. Categoria Lager — Monda – Portuguese Rice Lager, Barona (Santo António das Areias)
. Categoria Ale — Diabo Vermelho – Red Flanders, Vadia (Oliveira de Azeméis)
Pelo segundo ano consecutivo, a cerveja Monda da marca Barona foi eleita a Melhor Lager Portuguesa em comercialização! Estas três cervejas voltaram a enfrentar-se numa avaliação final, “Best of Show”, para eleger a Melhor Cerveja Artesanal Portuguesa de 2025. E a grande vencedora é a The Black Ginjinha Murders da Dois Corvos, uma Imperial Stout envelhecida em barricas de Ginginha, disponível, para já, nos Tap Room da cervejeira, em Marvila e no Intendente, mas muito em breve noutros formatos.

