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Vilar de Mouros: da redenção dos Limp Bizkit ao tributo dos Ornatos Violeta

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Ao Festival mais antigo da Península Ibérica, que arranca amanhã em Vilar de Mouros e se prolonga até sábado, figuram nomes no cartaz que sugerem, desde logo, fortes emoções.

Não só pelo passado marcante que nos leva a viagens até três décadas na máquina do tempo, mas também pelos sentimentos, nostálgicos ou não, que nos irão apoderar a alma. E isso acontecerá, seguramente, na maioria dos concertos que os festivaleiros terão oportunidade de assistir.

Xutos e Pontapés fecham o primeiro dia de festival (23 de agosto) e, naturalmente, são, pela sua legião de fãs e ímpar carreira, um prato forte de Vilar de Mouros. Mas as atenções estão centradas na atuação anterior. Depois do cancelamento do concerto no ano anterior, os norte-americanos Limp Bizkit vêm ao Minho com uma missão redentora. Resta saber se o “perdão” é tão divino como o seu ritmo metal. Sobem ainda ao palco os portugueses Micromaníacos, banda de Caminha, os britânicos Enter Shikari e os norte-americanos The Last Internationale.

No segundo dia (24 de agosto), os britânicos Prodigy colocam em prática o que de melhor se faz na música eletrónica. E é no mesmo género que os italianos The Bloody Beetroots fecham a jornada. Antes há punk rock com os suecos Millencolin e rock alternativo dos Nowhere To Be Found, banda que vem da Ericeira para abrir as hostes.

Ao terceiro dia (25 de agosto), entramos num ambiente mais gótico. Within Temptation e Apocalyptica são figuras de proa nesse estilo musical e prometem umas nuvens sombrias a pairar pelo céu minhoto. Os portugueses Bizarra Locomotiva dão o pontapé de saída com uma “revolução industrial” do seu metal, enquanto Pendulum fecham com o seu drum and bass e rock eletrónico em modo australiano.

No quarto e último dia (26 de agosto), os ingleses James, que mais já parecem portugueses pela quantidade de concertos que dão em solo luso, foram lançados como cabeças-de-cartaz, mas esse papel principal caberá inevitavelmente a Ornatos Violeta, a banda de culto que continua a marcar gerações. A homenagem a Elísio Donas concederá o tributo merecido ao teclista portuense, momento que se espera que seja envolto de emotividade entre todos.

No arranque, a irreverente Peaches, sempre pronta a surpreender, e depois Guano Apes, com Sandra Nasić ao leme da “trituradora” máquina alemã.

Promovido pelo Município de Caminha e Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, o festival, realizado pela Surprise & Expectation, associa-se este ano ao Crédito Agrícola, designando-se por CA Vilar de Mouros.

O passe de quatro dias tem o custo de 120 euros, o passe de três dias 90 euros e o bilhete diário 45 euros.

Cartaz/horários:

23 de agosto

00h00 – Xutos & Pontapés

22h30 – Limp Bizkit

21h00 – Enter Shikari

19h35 – The Last Internationale

18h45 – Micomaníacos

24 de agosto

00h30 – The Bloody Beetroots

22h45 – The Prodigy

21h00 – Millencolin

19h30 – Nowhere To Be Found

25 de agosto

00h15 – Pendulum

22h15 – Within Temptation

20h45 – Apocalyptica

19h15 – Bizarra Locomotiva

26 de agosto

00h45 – Ornatos Violeta

22h45 – James

21h00 – Guano Apes

19h30 – Peaches

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