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A Antram desmente ter subornado motoristas de matérias perigosas para não aderirem à greve e o porta-voz desta associação acusa o sindicato nacional dos motoristas de mentir descaradamente.

Este desmentido da ANTRAM vem no seguimento de declarações do advogado e porta-voz do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas, Pardal Henriques, que acusou a ANTRAM de estar a pagar a camionistas para que furem a greve.

Em Aveiras, em declarações aos jornalistas, Pardal Henriques afirmou que “infelizmente, mais uma vez, a ANTARM não está a cumprir o que está acordado, porque estão a mandar pessoas e a subornar pessoas para fazerem serviços que não eram para ser feitos. Estão a pagar a pessoas para quebrarem os serviços mínimos, para quebrarem a greve”.

E continuou dizendo que “Não tivemos acessos às escalas dos motoristas. Os que aqui estão a apresentar-nos algumas mensagem ameaçadoras, estão a dizer que há colegas que foram subornados para não fazerem greve. Tudo isto é ilegal, estamos a reunir as provas”.

Face a estas declarações, André Matias, da ANTRAM, afirmou que “este representante [Pardal Henriques] tem uma agenda pessoal e tem de sair imediatamente deste conflito porque nunca será possível chegar a acordo com quem procura o conflito”.

De acordo com André Matias, “o sindicato alimenta-se e vive do conflito”, e só assim entende estar explicada esta greve, “relativamente a reivindicações para 2012 e 2022”.

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