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Segundo dia do Paredes de Coura, os festivaleiros que se viam nas margens do rio mostravam sinais de que a noite anterior tinha sido longa e de muitos festejos. E com o calor apertar ainda mais que no primeiro dia, a multidão refrescava-se e brincava com pistolas de água. Alguns levaram instrumentos para os barcos, outros relaxaram e improvisaram ao som de notas de jazz, enquanto flutuavam no “Couraíso”.

Os mais ousados, subiram às árvores para dar uns mergulhos ou até mesmo das margens, ao som de aplausos do “público”.

Ao segundo dia, o Paredes de Coura recebeu uma tempestade chamada New Order | Segundo dia do Paredes de Coura, os festivaleiros que se viam nas margens do rio mostravam sinais de que a noite anterior tinha sido longa e de muitos fest Global News Portugal
Diogo Baptista / Global News

Orgulhosa de dizer como tem de ser, a destemida cantora e compositora australiana Stella Donnelly atuou no para o palco Vodafone.fm para, tal como ela disse, fazer como ela pensa que tem de ser. A inteligente Stella tocou faixas do seu álbum deste ano, Beware of the Dogs, sem medo de causar ou ter “birra” no palco. “Eu prometo que não estou com raiva o tempo todo…”, admitiu Stella, “apenas esses 6 minutos de set” e começou a tocar “Mechanical Bull”, dançando eróticamente com a sua guitarra, enquanto cantava “Eu preciso de ficar sozinha, estiveste na minha garganta”. As suas letras fortes e sarcásticas, cantadas em indie-pop caíram bem nos seus fãs.

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O norueguês Boy Pablo subiu ao palco com tanta energia e entusiasmo quanto aquela que recebeu do público. Os seus fãs reuniram-se para dançar ao som de riffs cativantes e cantarem as musicas favoritas como “Everythime and Dance, baby!”

Foram brincalhões em palco e o seu carisma de criança contente teve uma boa reação por parte do público que saltaram loucamente.

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Diogo Baptista / Global News
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Diogo Baptista / Global News

Os Cat Seat Headrest tocaram no palco principal. O vocalista Will Toledo começou a “rocar” “Fill in the Blank”, uma música conhecida do seu álbum deste ano, “Commit Yourselt Completely”. A fasquia estava alta com “Drunk Drivers / Killer Whales”. A voz de Toledo transmitiu um senso de autoconsciência e vulnerabilidade crua. Os fãs também sentiram isso e cantaram com corações ao alto: “não precisa de ser assim, baleias assassinas”. A música começou com uma sensação de rock suave e foi ficando mais e mais agressiva com cada repetição de “baleias assassinas”. A música, que tem mais de 18 milhões de visualizações no Spotify, é o 13º registo da banda e fala sobre problemas de saúde mental com os quais muitos adolescentes podem ser comparados na atualidade.

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O grupo britânico News Order foram um dos cabeças de cartaz da edição deste ano do Paredes de Coura, tendo lançado no palco principal uma autêntica tempestade. A banda pós-punk underground dos anos 80 era a mais esperada pelo público. Fãs, mais velhos ou mais novos, dançaram e cantaram todo o concerto, principalmente os grandes êxitos da banda, como “Transmission”, “True Faith” e “Sub-culture”. Até mesmo “Um dia destes”, foi acompanhado por sintetizadores melódicos e batidas.

Entre músicas, Sumner distribuiu baquetas por um miúdo que tinha um cartaz a dizer “por favor, dê-me as suas baquetas”. O hit de 1983, “Blue Monday”, levou ao delírio um público fiel, que dançou e cantou da primeira à última nota.

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Acid Arab tocou ao vivo um “after hour”, providenciando aos seus fãs vibrações hipnótica de Goa, para fechar o segundo dia do Paredes de Coura.

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