Fim-de-semana atípico para os da frente
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Os dragões têm menos um jogo na prova

A 12ª jornada da Liga ZON Sagres teve uma partida falsa. Na sexta-feira, era para se realizar o encontro entre o V. Setúbal e o FC Porto. Mas a chuva intensa deixou o relvado do Estádio do Bonfim num estado muto delicado. O juiz Pedro Proença achou por bem nem começar a partida e, depois de um acordo entre ambos os clubes, a partida foi adiada. A da ta da realização do jogo é 23 de Janeiro.

Quem aproveitou para se disanciar n a tabela, ainda que de forma condicionada, foi o Benfica, que não teve dificuldades de maior para goelar o Marítimo por 4-0.

Benfica 4 x Marítimo 1

(Cardozo 33’, Cardozo 66’, Cardozo 68’ e Rodrigo 87’) (Rodrigo António 26’)

Ficha de jogo e minuto a minuto

Sp. Braga 3 x Estoril 0

(Hugo Viana 4’, Mossoró 58’ e Éder 62’)

O Estádio AXA colocava em confronto um dos candidatos ao título e uma das equipas-revelação da actual edição do campeonato.

Mas a tarefa bracarense ficou facilitada, por mérito próprio, com o golo madrugador de Hugo Viana . Mas quando se joga contra este Estoril há que ter em conta que as unidades da frente colocam em sentido as defesas contrárias.

A resistência canarinha deu algum resultado até ao descanso. Na segunda parte, apareceram os restantes tentos dos bracarenses. Mossoró deu a tranquilidade à equipa da casa e questionou ainda mais os amantes do futebol por que razão José Peseiro não apostou no médio brasileiro nas primeiras jornadaas da Liga.

A vitória dos Guerreiros do Minho ficou selada pelo inevitável Éder, num lance de grande oportunismo. Um triunfo muito importante por parte do actual terceiro classificado, mais a mais tendo em conta que o Sporting empatou e perdeu pontos numa hipotética, mas cada vez mais remota, candidatura dos leões pelos lugares de acesso à Liga dos Campeões.

Paços de Ferreia 2 x V. Guimarães 1

(Cìcero 14’ e Cícero 59’) (Barrientos 76’)

Na Mata Real, um bom em perspectiva, com a equipa da casa a ter a oportunidade de terminar o ano civil no quarto lugar. O que aconteceu.

Assistiu-se a um grande jogo, não tanto a nível técnico, mas de entrega dos jogadores. Cícero foi o homem que fez a diferença, ao apontar os doi golos da sua equipa. Já depois dos castores estarem em vantagem por 1-0, o V. Guimarães dispôs de uma grande penalidade, por falta de Tiago Valente sobre Marco Matias. As centena de adeptos da formação vitoriana presentes no estádio, e colocados mesmo por trás da baliza, viram Baldé desperdiçar o lance, com Cássio a defender.

O Paços de Ferreira ganhou como que uma nova vida, um novo balão de oxigénio, que se revelaria decisivo.

Na etapa complementar, O Palos aumentou para 2-0, dos pés do já mencionado Cìcero, mas os vimaranenses não baixaram os braços e ainda reduziram pelo uruguaio Barrientos. Um golo que deu alento à formação forasteira que até ao final ainda fez tremer a defesa pacense e os corações dos adeptos do emblema da capital do móvel. Valeu Cássio e uma boa organização defensiva para o Paços de Ferreira segurar uma vantagem que lhe permite dobrar o ano no quarto posto, imediatamente antes do pódio. Paulo Fonseca está de parabéns.

Beira-Mar 3 x Rio Ave 1

(Serginho 2’, Balboa 44’ e Joãozinho 75’) (Tarantini 61’)

Ora, o quarto lugar do Paços de Ferreiratem relação directa com o desaire do Rio Ave em Aveiro. Uma derrota que poucos previam, à partida, mas que só deixa estupefacto quem não acompanhou o encontro.

O Beira-Mar entrou no jogo com o pé direito, através de um golo de Serginho, ele que está a destacar-se na equipa aveirense. Uma arrancada supersónica de muitos metros, com alguma passividade à mistura dos jogadores rioavistgas. O jogo ganhou com este golo nos fôlegos iniciais e foi disputado em ambos os meio-campos de forma bastante dividida.

Mesmo antes do apito para o intervalo, Balboa aumentou a vantagem para os auri-negros. Um golo que espelha a boa forma do jogador da Guiné-Conacri. Neste capítulo, a equipa de Ulisses Morais marcou em momentgos cruciais, a abrir o jogo e em cima do intervalo.

Teria de haver uma reacção do Rio Ave, afinal uma das equipas que têm andado acima do quinto lugar. Mas o mehor que a formação de Nuno Espírito Santo conseguiu foi reduzir por Tarantini. E perante a pior defesa do campeonato, João Tomás foi sempre vigiado de perto e nunca conseguiu espaços para desfeitear Rui Rego.

Joãozinho acabou com as dúvidas no desfecho do jogo e deu ao Beira-Mar a primeira vitória caseira para a Liga portuguesa desde 29 de Abril. Já há 33 anos que o Rio Ave não perdia na terra dos ovos moles.

O triunfo aveirense permitiu ultrapassar cinco equipas na classificação e deixar mais longe a linha de água.

Nacional 1 x Sporting 1

(Isael 24’) (Cédric 62’)

Crónica

Ficha de jogo e minuto a minuto

Olhanense 2 x Gil Vicente 2

(Nuno Piloto 67’ e Evandro 78’) (Yero 4’ e Luís Carlos 65’)

O empate registado no José Arcanjo não ilude a estatística. Em nove encontros entre os algarvios e os minhotos, houve sete empates.

O Gil Vicente teve tudo para sair do Algarve com os três pontos, mas nem o golo madrugador de Yero, nem a vantagem de 0-2 permitiu à formação orientada por Paulo Alves a vitória.

Na verdade, a emoção só subiu de tom no segundo tempo, com três golos. O Gil Vicente aumentou por Luís Carlos, mas logo a seguir, o Olhanense reagiu por Nuno Piloto e deu um novo alento aos homens de Sérgio Concceição.

A equipa algarvia correu atrás do prejuízo e foi justiça que chegou ao empate por Evandro. Num jogo com alguns lances dipsutados acima da lei, o técnico Sérgio Conceição foi expulso do encontro.

As duas equipas continuam lado a lado na classificaçõa, apenas um ponto acima da zona perigosa.

Moreirense 2 x Académica 2

(Ghulas 26’ e Wagner 30’) (Edinho 43’ e Cissé 90+4’)

Ora qui está mais um jogo em que uma equipa não consegue segurar uma vantagem de 2-0. Neste caso, foi o Moreirense que esteve perto da felicidade.

Em Moreira de Cónegos, estava frente a frente as duas formações que ocupam os derradeiros lugares da classificação.

A formaçãode  Jorge Casquilha parecia estar numa tarde inspirada. Antes da meia-hora de jogo, e em apenas quatro minutos, os moreirenses escancararam as portas da vitória, por Ghilas (de calcanhar) e Wagner.

Apesar da vantagem confortável, a Académica reagiu, mais através de remates de fora da área. E foi num desses lance que Edinho reduziu, num grande gesto técncio antes do remate colocado.

Na segunda metade, o Moreirense queria segurar com unhas e dentes a vantagem mínima, mas tinha pela frente um dos emblemas portugueses que partiiparam na actual edição da Liga Europa.

Nos derradeiros minutos, Ghilas teve nos pés o golo que daria por certo a vitória aos da casa, mas atirou ao lado. Praticamente no lance a seguir, Cissé trabalhou à ponta-de-lança no interior da área e restabeleceu a igualdade. Um tento precioso, já que evitou que os estudantes ficassem no último posto da tabela, entregando esse lugar incómodo precisamente ao Moreirense.

Confira os resultados e a classificação da Liga ZON Sagres.

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