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FITEI: programação dia 5 | Agreste, de Newton Moreno Companhia Razões Inversas (São Paulo) Encenação: Márcio Aurélio 5 e 6 de Junho | 21h30min Local: TeCA 60 min. | M/16 Programação Global News Portugal

Agreste, de Newton Moreno

Companhia Razões Inversas (São Paulo)

Encenação: Márcio Aurélio

5 e 6 de Junho | 21h30min

Local: TeCA

60 min. | M/16

Programação no âmbito do Ano do Brasil em Portugal

Sinopse

Passado no meio rural brasileiro devastado pela seca, “Agreste” conta uma história de amor entre um casal de agricultores. Um segredo ameaça a sua harmonia, mas só quando o marido morre, se desvenda a dimensão deste amor incondicional. A mulher torna-se vítima da intolerância da população. Definida pela companhia como “vigoroso manifesto poético”, a peça é narrada por dois atores que desempenham também as personagens principais.

Companhia Razões Inversas

Criada em 1990 pelo encenador Márcio Aurélio e pela primeira turma de alunos do curso de artes cénicas da Universidade Estadual de Campinas, a Companhia Razões Inversas obteve já diversos prémios e tem um público dedicado e fiel. Ao longo da sua existência manteve como principal característica uma metodologia de trabalho voltada para o constante processo de formação técnica e intelectual dos seus artistas, criando um ambiente de pesquisa e posicionamento ativo do ator, investigador das possibilidades de eficiência e qualidade da expressão cénica.

Márcio Aurélio

Inicia uma carreira de encenador e cenógrafo em 1974 com “A Perseguição ou O Longo Caminho que Vai de Zero a Ene”, de Timochenco Wehbi. Em 1976, dirige “A Bruxa Colorida”, de Manoel Carlos Karam e, em 1977, “Flicts”, de Ziraldo, e “A Farsa da Noiva Bombardeada”, texto de Alcides Nogueira. Nesse ano recebe o prémio APCA de Melhor Espetáculo, ao qual se seguiram numerosas outras distinções. Em 1990, criou a Companhia Razões Inversas, onde já dirigiu espetáculos como “Senhorita Else”, de Arthur Schnitzer, “A Bilha Quebrada”, de Kleist, e este “Agreste”.

Newton Moreno

Dramaturgo, encenador e actor, estudou na Universidade Estadual de Campinas. A partir de 2000, começou a destacar-se no âmbito da escrita para teatro. A sua dramaturgia manifesta influências da cultura popular, nomeadamente da herança da origem nordestina, e aborda temas à volta do homoerotismo, tónica atemporal que transita entre o campo e a cidade.

É um dos fundadores da companhia Os Fofos Encenam que encenou o seu primeiro texto “Deus Sabia de Tudo e Não Fez Nada”, em 2001. Seguiu-se “Dentro”, escrita para a Mostra de Dramaturgia Contemporânea do Sesi, e “Agreste”, a peça com maior sucesso da sua carreira.

Ficha técnica / artística

Encenação: Márcio Aurélio; Texto: Newton Moreno; Elenco: Joca Andreazza e Paulo Marcello; Preparação Corporal: Lu Favoreto e Marina Caron; Cenários e Figurinos: Márcio Aurélio; Iluminação: Márcio Aurélio, Visagismo: Narciso Guilherme (cabelos) e Sérgio Bonfim (maquilhagem); Operação de Luz e Som: André Luiz Lemes; Fotos projecções em cena: Angélica Del Nery; Programação Visual: Paulo Marcello; Produção Executiva: Fernanda Moura; Produção Brasil/Portugal: Palimpsesto Cultura e Arte; Realização: Razões Inversas Marketing Cultural.

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