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Rentrée em Setembro traz ao Porto mais uma edição do Amplifest e ainda Nürenberg e PAUS

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Findo o mês de férias, a rentrée rockeira na cidade do Porto apresenta, já no arranque de Setembro, um cartaz variado e de qualidade.

Com os festivais outdoor a chegarem ao fim, Setembro traz o primeiro indoor à Invicta, o sempre esperado Amplifest cujo cartaz tem muitos pontos de interesse. Mas lá chegaremos.

Amplifest @ Hard Club.

Dos muitos concertos que vão tomar conta da cidade nos próximos 30 dias, destacamos, logo no primeiro dia de Setembro, o do canadiano Imaad Wasif, que leva até à Socorro Record Store o seu folk gótico/psicadélico.

No sábado (dia 2), o Barracuda – Clube de Roque recebe o duo inglês The Mandelbrot Shakes, que vem ao Porto apresentar o seu álbum de estreia, «Shake It!».

The Mandelbrot Shakes. Créditos: D.R.

Já no dia 7, a banda galega de stoner rock Bala, formada pela dupla Anxela Baltar e Violeta Mosquera, apresentam-se no M.Ou.Co., enquanto no Maus Hábitos o palco é dos lisboetas Gabrre, com a abertura a cargo dos Bergalgo.

No dia seguinte (8), pelo palco do Ferro Bar passam os Lucifer Pool Party e ainda os Santa Lúcida.

Maia Blues Fest 2023.

Neste mesmo dia arranca o Maia Blues Fest, que leva até ao Auditório Exterior do Fórum da Maia, até ao dia 10, bandas como os portugueses The Smokestackers, os ingleses The Cinelli Brothers, os espanhóis Chino & The Big Bet e os norte-americanos Sugar Queen e Chris Luquette East Coast Bluegrass Band. A entrada é livre.

Dia 9 há agitação prometida no Barracuda à conta dos brasileiros Escöria e Kovä, dos gregos Hatehug e dos portugueses Päria.

Annie Hamilton. Créditos: D.R.

No dia 10, a Austrália chega ao M.Ou.Co. na figura e sonoridade de Annie Hamilton e das Clews. Annie Hamilton traz ao Porto o seu álbum de estreia «The Future Is Here But It Feels Kinda Like The Past», tendo na primeira parte as irmãs Lily e Grace Richardson.

Neste domingo (10), a Socorro Record Store acolhe a primeira sessão «O STOP é nosso!», dando palco a três bandas que ensaiam naquele espaço da cidade do Porto, para uma matiné com Summer Of Hate, Enxerto Colectivo e Heavy Ocean.

Messer Chups. Créditos: D.R.

Na companhia dos portuenses O Bom, O Mau e O Azevedo, os russos Messer Chups levam, no dia 15, o seu rock, que surfam desde 1998, até ao Barracuda, estando o bailarico garantido. Já a Socorro recebe o pós-punk dos portuenses Population: 5.

No dia seguinte (sábado, 16), os portuenses Bulha regressam ao Barracuda, com uma formação diferente, para apadrinhar a estreia dos lisboeta Spreader na sala da Rua da Madeira.

Barracuda – Clube de Roque. Créditos: Rui Vasques Garcia

Já no Woodstock 69, o palco é dos lisboetas Sacred Sin e dos portuenses Grindead, para uma noite de death e trash metal e ainda muito grindcore.

Já quem preferir o punk hardcore tem, na Socorro, concertos de Memorial State, Pester e Treewax, a partir das 17h00. À mesma hora, mas no dia seguinte (17), há um novo «O STOP é nosso!», desta feita com Davide Lobão e Juice Bumps.

Dia 19 (terça-feira), a Socorro Record Store recebe, ao final da tarde, a banda de noise pop/indie pop de San Diego, Crocodiles, que serão acompanhados pela uma one man destruction band, Magickal Misery Tour.

Crocodiles. Créditos: D.R.

O Maus Hábitos, no dia 21, apresenta Pester e Idle Hand, para uma noite de punk que sai do ameaçado CC STOP.

No dia seguinte (22), o Barracuda dá palco rock experimental progressivo dos polacos Fish Basket e ainda ao punk-rock melódico dos romenos TBA.

Dia 23 temos duas sugestões bem diferentes. Na Casa do Salgueiros, sonoridades agressivas com os Barbosas e os Eskilograma, enquanto, na Super Bock Arena, a música é outra: Benjamin Clementine traz ao Porto o seu novo álbum, «And I Have Been», o primeiro disco em cinco anos.

O dia 23 marca também o arranque de mais uma edição do Amplifest, o primeiro festival indoor da rentrée e que toma conta do HardClub, ao longo de dois dias.

Sunn O))). Créditos: D.R.

Assim, sábado e domingo, bandas como Sunn O))), Esben And The Witch, Amenra, Big|Brave, Hexvessel, Hetta, Celeste, David Eugene Edwards, Divide and Dissolve ou Máquina, entre muitos outros, espalharão a sua magia sonora à beira Douro.

Também no Hard Club, mas dia 26, os bielorrussos Nürnberg oferecem o seu pós-punk à celebração do aniversário da promotora At The Rollercoaster. Parabéns!

Nürenberg. Créditos: D.R.

Na contínua exploração de novos espaços para as suas produções, os Suspeitos levam até ao Teatro Sá da Bandeira, no dia 27, os britânicos The Slow Show, naquele que é um regresso à Invicta para o arranque da digressão de promoção do novo álbum, «Subtle Love».

No dia seguinte (28), o Maus Hábitos recebe Gongori, que irá propor uma viagem com lugar de bagagem extra directamente ao subconsciente.

PAUS. Créditos: Global News Portugal

Quem vai regressar ao Porto são os PAUS, no dia 29, para apresentarem, no M.Ou.Co., um projecto colaborativo com Iúri Oliveira (percussões), João Cabrita (sopros) e Thomas Attar (guitarra), denominado PAUS e o CAOS.

Iniciada a 25 de Agosto, a Feira do Livro do Porto entra por Setembro e tem alguns concertos para oferecer. Ficam aqui algumas sugestões, com destaque para o concerto de encerramento, no dia 10, protagonizado por A Garota Não.

Entretanto, JP Simões (dia 1), Samuel Úria e Cachupa Psicadélica (2), António Manuel Ribeiro (8), Filipe Sambado e Márcia (9) também passam pelo palco dos jardins do Palácio de Cristal.

Um pouco mais distante do Porto, enquanto em Lisboa o MEO Kalorama debulha o seu milionário cartaz, em Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto, arranca, já dia 1, mais uma edição do Táscoela, que, até ao dia 3, conta com concertos de Van Bloom, Surto, Doutor Assério, Ruído Roído, The Droogs ou Boss AM, entre muitos outros.

Táscoela.

E não se esqueçam que “Agosto amadura, Setembro derruba”!

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