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Passados 48 anos do seu desaparecimento precoce, celebramos hoje mais um aniversário daquele que, para muitos, foi o maior frontman do Rock & Roll. James Douglas Morrison foi o poeta, o cantor, o visionário representativo de uma geração que ainda não acabou: dura já há mais de meio século esta admiração crescente pelo mito da pessoa que tanto nos deu em tão pouco tempo de existência terrestre e que faria hoje 76 anos.

Pessoalmente, faço parte daquela falange que apoia a história de Jim tal como ela foi, curta e poderosa. Eu, tal como a maior parte de fiéis fãs e admiradores não imagina o homem aos 76 anos a, suponhamos, relembrar psicadelismos vividos num qualquer Casino de Las Vegas… Quem o compreende verdadeiramente sabe que sempre que o vocalista dos Doors caminhava direccionado num mainstream de contra-cultura típica dos 60’s, lá aparecia o seu alter ego Jimbo (espelho de demónios interiores) a desencaminhar, focado nos vícios corporais – escapes de uma fogueira em crescendo-que de certa forma o levaram ao esgotamento físico e mental.

Jim Morrison viveu a 200 por cento, fazendo das experiências vividas o seu cartão de visita que foi e é transversal às gerações vindouras. Nunca mais haverá ninguém como ele…

Texto de Marco Mendes

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