créditos: facebook The Doors
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Quando Doug Lubahn chegou ao Sunset Sound Studio, em Abril de ’67, presentearam-no com uma banda sem pressão e uma liberdade criativa nunca antes sentida. The Doors eram uma banda em ascensão e Light My Fire era uma miragem como êxito.

Talvez tenha sentido essa liberdade no último dia 20 deste mês, data que marca o adeus do baixista de estúdio dos álbuns Stange Days, Waiting for the Sun e The Soft Parade.

Doug Lubahn chega a LA através de Big Mamma Cass (The Mammas & the Pappas), onde conhece Paul Rothchild – produtor dos Doors – que vê nele um potencial “baixo” para o som que pretendia para a banda.

O resultado prolífico foi tão evidente após os 3 álbuns em que participou o produtor fez-lhe o convite para integrar a banda em palco. Convite esse recusado dada a sua ligação ao seu grupo, os Clear Light. Durante a gravação do 2º álbum da Banda (Strange Days) Doug adivinhava um sucesso de vendas, reflectido, em 2003, com o reconhecimento da Rolling Stone, como um dos melhores 500 álbuns de Rock & Roll da história.

A intimidade entre os músicos era notória, tendo até crescido uma amizade entre Doug e Jim, partilhada com boleias e refeições durante esses tempos na Sunset Boulevard. A sonoridade de Doug é deveras influente que estará para sempre ligado à história da Banda The Doors.

Texto de Marco Mendes

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