“Baú de Sugestões” Fim de semana: Norte/Centro/Sul – Domingo

 

Teatro/Performance/dança

Teatro Nacional São João/Porto Sombras/A Nossa Tristeza é Uma Imensa Alegria – O espetáculo multidisciplinar Sombras, concebido por Ricardo Pais, advoga um sentimento, num certo sentido, muito próximo do registo de “Raízes Rurais, Paixões Urbanas”. Convoca uma diversidade de criadores e aposta no cruzamento de linguagens e oferece uma paleta múltipla de vertentes que vão da dança à magia, da música à videoarte, gizando cenários diferenciados e inesperados. Há na génese criativa desta obra de palco uma preocupação estrutural que decorre do guião de palco e da sequência de cenas e quadros evocativos de “Frei Luís de Sousa” de Garrett, “A Castro” de António Ferreira e “Figurantes” de Jacinto Lucas Pires. Este vértice é atravessado pelo espectro dos nossos fantasmas lendários, o prazer das histórias singelas de carácter quase de legado geracional e que vão passando, a impressão lusitana de uma dada melancolia. Encenação e criação: Ricardo Pais. Vídeos: Fabio Iaquone/Luca Attilii. Música original e direção musical: Mário Laginha. Coreografias: Paulo Ribeiro. Interpretação: José Manuel Barreto e Raquel Tavares (fadistas); Emília Silvestre, Pedro Almendra, Pedro Frias (atores); Carla Ribeiro, Mário Franco, Romulus Neagu (bailarinos); Mário Laginha, Carlos Piçarra Alves, Mário Franco, Miguel Amaral, Paulo Faria de Carvalho (músicos); Albano Jerónimo, António Durães, João Reis (participação especial em vídeo). Hoje, 13 de Janeiro, Domingo, às 16h00. Entradas entre 7,5 e 16 €.

Casa da Contacto/Ovar – Uma tarde bem passada em jornada teatral, modelo familiar. E porque não? A peça Play Outra Vez é o melhor dos tónicos para um Domingo em cheio, a fazer as delícias dos mais novos e agradar aos adultos. É só entrar nas aventuras dos habitantes da Floresta do Castelo e ver como estes vão deslindar o mistério desencadeado por um objeto estranho que passa o tempo a emitir sons. Autoria: Manuel Ramos Costa. Pela Companhia Teatro de Água Corrente de Ovar. Encenação: Manuel Ramos Costa. Cenografia: João Santos. Sonoplastia: Fernando Rodrigues. Desenho de Luz: Artur Leite. Figurinos: Maria José Valente. Hoje, Domingo, às 16h00. Entradas a 2 €.

Teatro Estúdio Mário Viegas/Companhia Teatral do Chiado – Afixação Proibida é na essência uma incursão pelo Surrealismo Português, recorrendo a alguns dos seus mais ilustres representantes. Para além dos intérpretes, os verdadeiros personagens são Mário Cesariny, António Dacosta, Alexandre O’Neil, António Maria Lisboa, entre outros. Na essência, uma boa forma de pedagogia sobre um movimento que ‘agitou as águas’, mesmo numa escala de dimensões inferiores proporcionais ao país, pode dizer-se que ainda existiram figuras de uma qualidade assinalável a integrar o grupo dos surrealistas. Autoria e encenação: Francisco Corado. Interpretação: Nuno Corado, Patrícia Adão Marques, Peter Michael e Susana Sá. Hoje, Domingo, às 19h45. Entradas a 20 €.

 

 

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